Doença de Parkinson

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito através de avaliação clínica neurológica, utilizando os critérios do Queen Square Brain Bank. O paciente deve apresentar lentidão dos movimentos (bradicinesia) associada a pelo menos um dos seguintes sintomas: rigidez, tremor de repouso ou instabilidade postural (desequilíbrio) sem outra causa aparente.

 

A progressão assimétrica dos sintomas, a boa resposta à medicação Levodopa e a presença de discinesias (movimentos involuntários) que ocorrem após a ingestão de Levodopa são alguns dos critérios que dão suporte ao diagnóstico.

 

É obrigatório excluir causas secundárias, como uso de drogas antipsicóticas, traumatismo de crânio ou múltiplos infartos cerebrais.
 

Os exames de imagem, como a Tomografia, a Ressonância Magnética e a Tomografia por Emissão de Pósitrons (TRODAT) são utilizados para excluir a presença de outras doenças que se assemelham à Doença de Parkinson. Algumas dessas doenças são: Paralisia Supranuclear Progressiva, Atrofia de Múltiplos Sistemas, Parkinsonismo Vascular, Degeneração Corticobasal, Hidrocefalia de Pressão Normal, Intoxicação por Manganês e Monóxido de Carbono, entre outras.

 

Fonte: Dr. Fabio Godinho